quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

KOTSCHO: FILHA DE FUX RECEBE AUXÍLIO-MORADIA, QUE JÁ TORROU R$ 2 BI

"Mais jovem desembargadora nomeada para o TJ-RJ, Marianna Fux, 37 anos, dona de dois apartamentos no Leblon, a menos de um quilômetro da praia, avaliados em R$ 2 mi, recebe R$ 4.300 de auxílio moradia, graças a uma liminar de seu pai, Luiz Fux, ministro do STF", diz o jornalista Ricardo Kotscho; "Quando Luiz Fux finalmente liberou, no final do ano passado, o processo para julgamento em plenário (marcado para depois do Carnaval, é claro), a liminar já tinha custado ao país mais de R$ 2 bi em benefícios para os magistrados", ressalta

18 DE JANEIRO DE 2018 


247 - "Mais jovem desembargadora nomeada para o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, Marianna Fux, 37 anos, dona de dois apartamentos no Leblon, a menos de um quilômetro da praia, avaliados em R$ 2 milhões, recebe R$ 4.300 de auxílio moradia, graças a uma liminar de seu pai, Luiz Fux, ministro do Supremo Tribunal Federal, que em 2014 estendeu o benefício a todos os juízes, mesmo os que têm imóvel próprio na cidade em que trabalham", escreve o jornalista Ricardo Kotscho.

"Quando Luiz Fux finalmente liberou, no final do ano passado, o processo para julgamento em plenário (marcado para depois do Carnaval, é claro), a liminar já tinha custado ao país mais de R$ 2 bilhões em benefícios para os magistrados. "Se a liminar for derrubada pela maioria dos ministros do STF, quem vai pagar o prejuízo aos cofres públicos? O dinheiro será devolvido?", questiona.

De acordo com o blogueiro, "enquanto os meritíssimos donos de belos tetos ganham auxílio-moradia, milhões de brasileiros sem teto vagam pelo país sem ter onde morar. E esta legião pode aumentar, se derem certo os planos de Roberto Jefferson para acabar de uma vez com a Justiça do Trabalho, o principal objetivo da família com a insistência da indicação da filha Cristiane Brasil para o ministério do mesmo nome".

"Sem o incômodo desta Justiça, a resiliente Cristiane não terá mais o aborrecimento de ter que registrar registrar seus empregados e correr o risco de ser condenada a pagar os direitos deles. É a política do salve-se quem puder, meu pirão primeiro, e o resto que se dane".

Leia a íntegra no Balaio do Kotscho



Brasil 247

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