segunda-feira, 4 de janeiro de 2021

Veja como votou cada deputado do PT na decisão de apoiar Baleia Rossi


Numa disputa interna acirrada, a bancada de deputados federais do PT aprovou com 27 votos o apoio do partido ao candidato Baleia Rossi (MDB) para a presidente da Câmara dos Deputados

4 de janeiro de 2021

Parcela dos deputados da bancada do PT (Foto: Gustavo Bezerra/PT na Câmara)

247 - Numa disputa interna acirrada, a bancada de deputados federais do PT aprovou com 27 votos (de 52) o apoio do partido ao candidato à Presidência da Câmara dos Deputados Baleia Rossi (MDB), apoiado majoritariamente pelo bloco do atual presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM), ao qual a legenda aderiu.

Contra o apoio a Baleia, em defesa de uma candidatura própria, votaram 23 deputados, totalizando 50 votos. Os outros dois são de Zé Neto, que se absteve, e Vander Loubet, que esteve ausente.

Veja como votou cada deputado:

Pelo apoio ao deputado Baleia Rossi no primeiro turno:

Airton Faleiro

Alencar Santana Braga


Alexandre Padilha

Benedita da Silva

Beto Faro


Carlos Veras

Carlos Zaratini

Enio Verri

Erika Kokai

Gleisi Hoffmann

João Daniel

José Airton Félix Cirilo

José Guimarães

Leo de Brito

Leonardo Monteiro

Marília Arraes

Merlong Solano

Nilto Tatto

Patrus Ananias

Paulão

Paulo Guedes

Paulo Pimenta

Professora Rosa Neide

Rejane Dias

Rubens Otoni

Valmir Assunção

Vicentinho

Pela candidatura própria/esquerda:

Afonso Florense

Arlindo Chinaglia

Bohn Gass

Célio Moura

Frei Anastacio Ribeiro

Helder Salomão

Henrique Fontana

Jorge Solla

José Ricardo

Joseildo Ramos

Marcon

Maria do Rosário

Natália Bonavides

Odair Cunha

Padre João

Paulo Teixeira

Pedro Uczai

Reginaldo Lopes

Rogério Correia

Rui Falcão

Waldenor Pereira

Zé Carlos

Zeca Dirceu

Abstenção:

Zé Neto

Ausente:

Vander Loubet


Brasil 247

Zé de Abreu diz que Ciro será o nome da frente de esquerda do Leblon, após ser lançado por Caetano


“Aguardem lançamento de Ciro como presidente da ‘frente de esquerda’. Já foi lançado na esquerda do Leblon”, postou o ator no Twitter, depois que Caetano Veloso declarou voto no ex-ministro para presidente em 2022

3 de janeiro de 2021

(Foto: Reprodução)

247 - O ator José de Abreu ironizou a declaração de voto em Ciro Gomes para presidente em 2022 por Caetano Veloso neste domingo (3).

Em seu perfil no Instagram, o cantor e um dos principais líderes culturais do Brasil, Caetano Veloso, declarou que nas eleições de 2022 votará em Ciro Gomes. Ele se disse convencido pelo livro “Projeto nacional: O dever da esperança”, de Ciro, e por uma live do político cearense.

Zé de Abreu disse pelo Twitter que Ciro será o nome da frente de esquerda do Leblon. “Aguardem lançamento de Ciro como presidente da ‘frente de esquerda’. Já foi lançado na esquerda do Leblon”, postou.



Brasil 247

Gilmar Mendes critica atraso do governo Bolsonaro em vacinação: “passou do tolerável”


"Os atrasos e recalcitrâncias na importação das vacinas já passam do tolerável. Países vizinhos já estão iniciando a imunização", afirmou o ministro Gilmar Mendes

3 de janeiro de 2021

Ministro Gilmar Mendes, do STF (Foto: Fellipe Sampaio /STF)

247 - O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes usou a sua página nas redes sociais na noite deste domingo (3) para criticar a demora do governo brasileiro em adquirir vacina contra o coronavírus.

"Os atrasos e recalcitrâncias na importação das vacinas já passam do tolerável. Países vizinhos já estão iniciando a imunização", repudiou o ministro.

Mais de 40 países, inclusive da América Latina, começaram a imunizar suas populações contra a Covid. Vacinas da Pfizer/BioNTech, Moderna, Sputnik V, Sinovac e Sinopharm já imunizaram mais de 11 milhões de pessoas em todo o mundo. China foi o país que mais vacinou até agora.

O governo Bolsonaro, no entanto, apresentou um plano de vacinação para começar até o fim de janeiro, mas sequer conseguiu fazer a compra de seringas e agulhas e também não há nenhuma data definitiva.

"Estabelecer um cronograma de vacinação é medida urgente. A ignorância não pode prevalecer sobre a ciência", acrescentou o ministro Gilmar Mendes.

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, pediu ao Ministério da Economia que restrinja a exportação de seringas e agulhas para a imunização da Covid-19.


Líder do PSOL defende apoio a Baleia Rossi, candidato do Bloco do Maia a presidente da Câmara


O PSOL está dividido sobre eleição na Câmara, mas líder defende apoio a Baleia Rossi. A líder do partido, Sâmia Bomfim (PSOL-SP,) classifica Arthur Lira (PP), candidato do governo, como 'perigo real'

4 de janeiro de 2021

Sâmia Bomfim (Foto: Reprodução/Twitter)

247 - O PSOL está dividido ao meio entre apoiar Baleia Rossi ou lançar candidatura própria, diz Sâmia Bomfim, líder do partido. Ela defende o apoio ao candidato do "Bloco do Maia", como é conhecida a articulação entre partidos de direita, centro e esquerda na eleição para a Mesa da Câmara. 

O PSOL, segundo Sâmia, apresenta "exigências claras", como a aprovação de uma renda básica, não pautar nenhum retrocesso na chamada agenda de costumes", não pautar privatizações nem autonomia do BC, informa o Painel da Folha de S.Paulo.

Sâmia classifica Arthur Lira (PP), candidato do governo, como “perigo real”.


Brasil 247

PT decide hoje se apoia ou não Baleia Rossi na Câmara


Tendência da bancada é ignorar oposição interna e apoiar candidatura de Baleia Rossi. O deputado José Guimarães (PT-CE) reafirma acordo para votar no candidato do MDB, lançado pelo chamado Bloco do Maia

4 de janeiro de 2021

(Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado | Luis Macedo/Agência Câmara)

247 - O deputado José Guimarães (PT-CE) diz que há maioria no partido para declarar apoio a Baleia Rossi (MDB) nesta segunda (4). Guimarães minimiza o alcance dos entendimentos com o bloco formado por partidos de direita, de centro e de esquetda. “Estamos tratando da nova gestão da Câmara. Nada além disso”, diz ele. 

Guimarães afirmou que são quatro os pontos cruciais para o PT na eleição da presidência da Casa: defesa da democracia, independência do Legislativo, derrota do candidato de Jair Bolsonaro e uma plataforma que seja capaz de frear as “aleivosias de Paulo Guedes (Economia)”, informa o Painel da Folha de S.Paulo.

Aliados de Baleia esperam pelo apoio do PT, o mais numeroso da Câmara, para engrossar o lançamento da candidatura do deputado, previsto para quarta (6).


Brasil 247

Incapaz de comprar agulhas e seringas, governo agora proíbe exportações


Após o Ministério da Saúde fracassar em sua última tentativa de compra de seringas e agulhas, o governo brasileiro decidiu proibir a exportação desses materiais. A decisão foi informada neste domingo (3) pela secretaria de Comércio Exterior do Ministério da Economia

4 de janeiro de 2021

Eduardo Pazuello e Jair Bolsonaro (Foto: Reuters)

Sputnik – Em meio às dificuldades do governo federal e de estados para comprar agulhas e seringas, o Ministério da Economia decidiu proibir a exportação desses materiais, escreve o portal G1. Diante da iminente chegada de vacinas contra a COVID-19 ao Brasil, diversos estados têm enfrentado dificuldades para conseguir comprar seringas.

Enquanto empresas brasileiras têm justificado a impossibilidade de fornecer o material ao país por já estarem comprometidas com o mercado internacional, em perfil nas redes sociais, o Ministério da Saúde chamou de "fake news" notícias sobre o desempenho do governo na busca por seringas.

Em meados de abril, entrou em vigor a lei 13.993, que proibiu a exportação de ventiladores pulmonares mecânicos e circuitos, camas hospitalares, e equipamentos de proteção individual (EPIs) de uso na área de saúde, como luva látex, luva nitrílica, avental impermeável, óculos de proteção, gorro, máscara cirúrgica e protetor facial.

Por causa do decreto assinado pelo presidente Jair Bolsonaro, a exportação destes produtos, incluindo seringas e agulhas, poderia ser proibida para evitar o desabastecimento no Brasil.

​Eduardo Pazuello, ministro da Saúde, havia encaminhado no dia 2 de janeiro, segundo a revista Veja, um pedido para o Ministério da Economia requisitando que a pasta restrinja a exportação de insumos necessários para a vacinação, como agulhas e seringas. A justificativa para a solicitação envolve a previsão de que o sistema de saúde necessitará de um acréscimo de 100% na demanda pelos insumos, com a inserção da vacina contra a doença no Plano Nacional de Imunização, o PNI.

O pedido seria feito novamente pelo Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde) nesta segunda-feira (4). Porém, a pasta da Economia se antecipou e adotou medida semelhante à que foi feita no início da pandemia em relação à exportação de respiradores.
Leilão para compra de seringas fracassou

O Ministério da Saúde fracassou na primeira tentativa de comprar seringas e agulhas para a vacinação no Brasil. Das 331 milhões de unidades que a pasta tem a intenção de comprar, só conseguiu oferta para adquirir 7,9 milhões no pregão eletrônico realizado no dia 29 de dezembro. O número corresponde a cerca de 2,4% do total de unidades que a pasta desejava adquirir.


Brasil 247

domingo, 3 de janeiro de 2021

Atraso na vacinação aumenta riscos para economia brasileira, segundo Credit Suisse


Além dos gastos estatais, a pandemia também obriga os governos a imporem medidas para restringir a atividade econômica, num momento em que o desemprego já é alto no país

3 de janeiro de 2021

Comércio fechado na rua 25 de Março durante a quarentena. (Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil)

247 - Com a prorrogação da pandemia do novo coronavírus pela falta de um plano de vacinação, o Estado brasileiro deverá continuar realizando gastos em meio à escalada dos casos de contaminação.
Esse cenário aumenta os riscos para a economia brasileira nos próximos meses, segundo relatório do Credit Suisse ao qual a CNN teve acesso.

Além dos gastos estatais, a pandemia também obriga os governos a imporem medidas para restringir a atividade econômica, num momento em que o desemprego já é alto no país. 

"Restrições de mobilidade prolongada tenderão a pressionar o governo federal e o Congresso a ampliar gastos fiscais de forma a minimizar os efeitos sobre a arrecadação tributária estadual e municipal e sobre o emprego e a renda", afirma documento assinado pela economista-chefe do banco, Solange Srour, e pelo economista Lucas Vilela.


Brasil 247