Débora Zampier
Repórter da Agência Brasil
Brasília – O Tribunal Superior Eleitoral concluiu, exatamente às 15h24, a totalização dos votos do segundo turno das eleições. A presidente eleita Dilma Rousseff (PT) obteve 56,05% dos votos válidos, cerca de 55,7 milhões, contra 43,95% do segundo colocado, José Serra (PSDB), votado por 43,7 milhões de eleitores.
A última sessão apurada foi no Acre, na cidade de Mâncio Lima (AC), no Extremo Oeste do Brasil, na fronteira com o Peru. A demora ocorreu por causa de uma falha na transmissão de dados via satélite da urna localizada na comunidade ribeirinha de Buriti. Foi necessário o apoio de um barco do Exército para recolher o boletim da urna.
Os números finais da votação são 400.001 urnas apuradas, com eleitorado de 135.804.433. A abstenção foi de 21,5%, o que corresponde a uma ausência de 29,1 milhões de eleitores. Foram 2,3% de votos em branco, o que corresponde a 2,4 milhões de votantes, e 4,4% de votos nulos, 4,6 milhões de eleitores em números absolutos.
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Viva o povo do Nordeste
Por nos ajudar a derrotar as forças reacionárias
A derrota humilhante de J. Serra está deixando os seguidores do ex-quase-Führer mais radicais extremados do que nunca, ao ponto de exporem suas entranhas mais pútridas em público sem qualquer medo.
Os alvos, é claro, não poderiam deixar de ser os Nordestinos, povo aguerrido e batalhador que ajudou o resto do Brasil a dar uma banana para Herr Serra de forma ainda mais humilhante.
Os racistas que votaram no candidato da extrema-direita não aceitam a derrota e culpam os nossos irmãos do Nordeste, ignorando mais uma vez a verdade factual: Dilma teria sido eleita mesmo se o Nordeste não existisse.
Vejam o levantamento feito pelo Maurício Ayer do Futepoca:
Total de votos válidos: 99.462.514
Total de votos de Dilma: 55.752.092
Total de votos de Serra: 43.710.422
Votos de Dilma no Nordeste: 18.380.942
Votos de Serra no Nordeste: 7.673.776
Votos de Dilma excluindo o Nordeste: 37.371.157
Votos de Serra excluindo o Nordeste: 36.036.646
Assim, excluindo o Nordeste, Dilma venceria por 51% a 49%. Uma vitória apertada, mas ainda assim incontestável, por mais de 1 milhão de votos. Como o Nordeste existe, Dilma abriu a ampla vantagem de 12 milhões de votos.
Mas, como sabemos, a verdade factual não importa nada para a moçada que se informa pela revista Veja e pelo Jornal Nacional. Assim, movidos pelo ódio e pela intolerância produzem coisas como as mostrada abaixo e dão um incontestável indício do que seria um governo liderado por J. Serra:



Para quem não sabe, isso dá cadeia. Quem diz é a lei 7.716, de 1989, aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada pelo presidente. A lei afirma:
Art. 1º Serão punidos, na forma desta Lei, os crimes resultantes de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional.
Art. 20. Praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional.
Pena: reclusão de um a três anos e multa.
§ 2º Se qualquer dos crimes previstos no caput é cometido por intermédio dos meios de comunicação social ou publicação de qualquer natureza:
Pena: reclusão de dois a cinco anos e multa.
§ 3º No caso do parágrafo anterior, o juiz poderá determinar, ouvido o Ministério Público ou a pedido deste, ainda antes do inquérito policial, sob pena de desobediência:
I – o recolhimento imediato ou a busca e apreensão dos exemplares do material respectivo;
II – a cessação das respectivas transmissões radiofônicas ou televisivas.
III – a interdição das respectivas mensagens ou páginas de informação na rede mundial de computadores.
O preconceito tem que ser divulgado, não pode simplesmente ser aceito ou ignorado. O preconceito é crime e deve que ser tratado como tal. Não é porque uma pessoa nasceu em outra cidade, outro estado, outra região que será menos capaz do que você. Somos todos brasileiros, apesar das diferenças regionais.
Da mesma forma como muitos nordestinos são discriminados ao ir para o sul/sudeste, somos todos discriminados ao irmos para os Estados Unidos ou Europa, porque para eles tanto faz se você fala oxente, meu ou bah. Você é brasileiro e será taxado e julgado por isso. Agora imagine sofrer isso no seu próprio país.
Espero que você que é leitor do Mundo Tecno, reflita sobre isso. Tenho certeza de que, como meu leitores são pessoas inteligentes, irão se arrepender caso tenha falado alguma bobagem, e eu o desculpo por isso. Espero também que tenham consciência de que, no final das contas, nós estamos todos no mesmo barco.
Respeito ao próximo é o primeiro passo para vivermos em um país melhor. Então, vamos nos respeitar?
Dos blogs Tudo em Cima e Mundo Tecno
A derrota humilhante de J. Serra está deixando os seguidores do ex-quase-Führer mais radicais extremados do que nunca, ao ponto de exporem suas entranhas mais pútridas em público sem qualquer medo.
Os alvos, é claro, não poderiam deixar de ser os Nordestinos, povo aguerrido e batalhador que ajudou o resto do Brasil a dar uma banana para Herr Serra de forma ainda mais humilhante.
Os racistas que votaram no candidato da extrema-direita não aceitam a derrota e culpam os nossos irmãos do Nordeste, ignorando mais uma vez a verdade factual: Dilma teria sido eleita mesmo se o Nordeste não existisse.
Vejam o levantamento feito pelo Maurício Ayer do Futepoca:
Total de votos válidos: 99.462.514
Total de votos de Dilma: 55.752.092
Total de votos de Serra: 43.710.422
Votos de Dilma no Nordeste: 18.380.942
Votos de Serra no Nordeste: 7.673.776
Votos de Dilma excluindo o Nordeste: 37.371.157
Votos de Serra excluindo o Nordeste: 36.036.646
Assim, excluindo o Nordeste, Dilma venceria por 51% a 49%. Uma vitória apertada, mas ainda assim incontestável, por mais de 1 milhão de votos. Como o Nordeste existe, Dilma abriu a ampla vantagem de 12 milhões de votos.
Mas, como sabemos, a verdade factual não importa nada para a moçada que se informa pela revista Veja e pelo Jornal Nacional. Assim, movidos pelo ódio e pela intolerância produzem coisas como as mostrada abaixo e dão um incontestável indício do que seria um governo liderado por J. Serra:



Para quem não sabe, isso dá cadeia. Quem diz é a lei 7.716, de 1989, aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada pelo presidente. A lei afirma:
Art. 1º Serão punidos, na forma desta Lei, os crimes resultantes de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional.
Art. 20. Praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional.
Pena: reclusão de um a três anos e multa.
§ 2º Se qualquer dos crimes previstos no caput é cometido por intermédio dos meios de comunicação social ou publicação de qualquer natureza:
Pena: reclusão de dois a cinco anos e multa.
§ 3º No caso do parágrafo anterior, o juiz poderá determinar, ouvido o Ministério Público ou a pedido deste, ainda antes do inquérito policial, sob pena de desobediência:
I – o recolhimento imediato ou a busca e apreensão dos exemplares do material respectivo;
II – a cessação das respectivas transmissões radiofônicas ou televisivas.
III – a interdição das respectivas mensagens ou páginas de informação na rede mundial de computadores.
O preconceito tem que ser divulgado, não pode simplesmente ser aceito ou ignorado. O preconceito é crime e deve que ser tratado como tal. Não é porque uma pessoa nasceu em outra cidade, outro estado, outra região que será menos capaz do que você. Somos todos brasileiros, apesar das diferenças regionais.
Da mesma forma como muitos nordestinos são discriminados ao ir para o sul/sudeste, somos todos discriminados ao irmos para os Estados Unidos ou Europa, porque para eles tanto faz se você fala oxente, meu ou bah. Você é brasileiro e será taxado e julgado por isso. Agora imagine sofrer isso no seu próprio país.
Espero que você que é leitor do Mundo Tecno, reflita sobre isso. Tenho certeza de que, como meu leitores são pessoas inteligentes, irão se arrepender caso tenha falado alguma bobagem, e eu o desculpo por isso. Espero também que tenham consciência de que, no final das contas, nós estamos todos no mesmo barco.
Respeito ao próximo é o primeiro passo para vivermos em um país melhor. Então, vamos nos respeitar?
Dos blogs Tudo em Cima e Mundo Tecno
Vitória de Dilma tem repercussões na Europa e líderes políticos desejam sorte à presidente eleita
Da Agência BBC Brasil
Brasília - A eleição da primeira mulher presidente da República, Dilma Rousseff (PT), gerou na Europa elogios à democracia brasileira e expectativas de prosperidade para o país. Os presidentes da França, Nicolas Sarkozy, e de Portugal, Aníbal Cavaco Silva, destacaram as relações bilaterais, enquanto o primeiro-ministro espanhol, José Luis Zapatero, ressaltou o trabalho conjunto a ser ampliado com o Brasil.
Sarkozy afirmou que a vitória de Dilma representa o desejo da sociedade brasileira de manter o programa de governo desenvolvido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "Essa vitória demonstra o reconhecimento do povo brasileiro pelo trabalho considerável que ela [Dilma] tem desenvolvido com o presidente Lula [Luiz Inácio Lula da Silva] para o Brasil tornar-se um país moderno e mais justo.”
O presidente francês ressaltou ainda que a França será parceira no Brasil nesta etapa da história política brasileira. “[A vitória de Dilma] também traduz a confiança que o povo brasileiro deposita nela para prosseguir e aprofundar esse riquíssimo e alentado projeto. Nessa caminhada, o presidente da República garante à senhora Dilma Rousseff que poderá continuar contando com a amizade e o apoio indefectíveis da França”, disse Sarkozy.
Ao parabenizar a presidente eleita do Brasil, Cavaco Silva disse que a vitória dela representa “uma renovada oportunidade” para o aprofundamento das relações bilaterais. O presidente português disse esperar uma visita de Dilma a Portugal ‘brevemente” e que espera a prosperidade e o progresso do “povo irmão brasileiro”.
Para o primeiro-ministro da Espanha, as relações com o Brasil serão intensificadas. "Seguiremos trabalhando para que as relações entre nossos dois países continuem em um nível magnífico", afirmou Zapatero.
Com 99,99% das urnas apuradas, Dilma obteve 56,05% dos votos, enquanto o candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra, conseguiu 43,95%. Ela foi vitoriosa em três regiões do Brasil – Norte, Nordeste e Sudeste. Já Serra teve maioria no Sul e Centro-Oeste.
Brasília - A eleição da primeira mulher presidente da República, Dilma Rousseff (PT), gerou na Europa elogios à democracia brasileira e expectativas de prosperidade para o país. Os presidentes da França, Nicolas Sarkozy, e de Portugal, Aníbal Cavaco Silva, destacaram as relações bilaterais, enquanto o primeiro-ministro espanhol, José Luis Zapatero, ressaltou o trabalho conjunto a ser ampliado com o Brasil.
Sarkozy afirmou que a vitória de Dilma representa o desejo da sociedade brasileira de manter o programa de governo desenvolvido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "Essa vitória demonstra o reconhecimento do povo brasileiro pelo trabalho considerável que ela [Dilma] tem desenvolvido com o presidente Lula [Luiz Inácio Lula da Silva] para o Brasil tornar-se um país moderno e mais justo.”
O presidente francês ressaltou ainda que a França será parceira no Brasil nesta etapa da história política brasileira. “[A vitória de Dilma] também traduz a confiança que o povo brasileiro deposita nela para prosseguir e aprofundar esse riquíssimo e alentado projeto. Nessa caminhada, o presidente da República garante à senhora Dilma Rousseff que poderá continuar contando com a amizade e o apoio indefectíveis da França”, disse Sarkozy.
Ao parabenizar a presidente eleita do Brasil, Cavaco Silva disse que a vitória dela representa “uma renovada oportunidade” para o aprofundamento das relações bilaterais. O presidente português disse esperar uma visita de Dilma a Portugal ‘brevemente” e que espera a prosperidade e o progresso do “povo irmão brasileiro”.
Para o primeiro-ministro da Espanha, as relações com o Brasil serão intensificadas. "Seguiremos trabalhando para que as relações entre nossos dois países continuem em um nível magnífico", afirmou Zapatero.
Com 99,99% das urnas apuradas, Dilma obteve 56,05% dos votos, enquanto o candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra, conseguiu 43,95%. Ela foi vitoriosa em três regiões do Brasil – Norte, Nordeste e Sudeste. Já Serra teve maioria no Sul e Centro-Oeste.
Mídia internacional destaca a vitória da primeira mulher que vai governar o país
As edições online dos principais jornais do mundo repercutem a vitória da primeira presidente que o Brasil já teve. A vitória de Dilma Rousseff teve como foco o fato de a candidata eleita ser a "herdeira" e "protegida" de Luiz Inácio Lula da Silva.
Um dos primeiros a noticiar a vitória da petista, o espanhol El País, destacou em seu site que o presidente Lula "sempre deixou claro que a vitória de sua candidata era uma vitória dele próprio". A página ainda ressaltou que ela terá a tarefa de comandar o país que melhor representa o crescimento de novas potências mundiais.
Um dos mais importantes jornais do mundo, o New York Times destacou que a "ex-guerrilheira" Dilma foi vitoriosa após a promessa de "seguir com as políticas que tiraram milhões da pobreza" e tornaram o Brasil "uma das mais quentes economias do mundo". O diário americano lembrou que a presidente eleita fez parte de um governo que tirou cerca de 10% da população da extrema pobreza, "um legado grande demais para Serra superar".
O Wall Street Journal, bússola do mercado financeiro, publicou que a vitória da petista foi "selada pela ampla prosperidade econômica" e pela popularidade de seu "predecessor e mentor", Lula. Também classifica Dilma como uma "burocrata" relativamente desconhecida. O The Washington Post seguiu a linha do Wall Street Journal, considerando que o resultado das eleições demonstram a lealdade do povo ao atual presidente.
O La Repubblica afirmou que a "pupila" do presidente Lula se elegeu dentro de sondagens que "sempre deram no mínimo 10% de margem". O jornal italiano não explorou a eleição brasileira, usando inclusive uma imagem antiga de Dilma.
Entre os periódicos franceses, o Le Monde não esconde sua simpatia e coloca a candidata petista como uma "sobrevivente de um câncer" e herdeira política do presidente "mais popular" da história do Brasil. O Le Figaro, mais crítico, destaca no título que a campanha foi "deletéria" (degradante), dizendo que o país está há "fogo e sangue" após a disputa.
O jornal britânico The Guardian destaca a história de Dilma como "ex-rebelde marxista" e a negativa do partido verde em apoiar a candidata do governo, o que lhe daria uma maioria "instantânea". O passado de luta armada da petista também foi lembrado pelo The Times.
O argentino La Nación escreveu em sua edição online que a petista "arrasou com 55,05%" dos votos. Chamada de "eleita de Lula", a vitória de Dilma foi classificada como "a boa notícia do Brasil" por um analista político do jonal. O Clarín, por sua vez, optou por ressaltar o fato de o país ter escolhido sua primeira presidente mulher com um "contundente triunfo".
O português Diário de Notícias destaca na capa a altíssima abstenção destas eleições. "Apesar do voto ser obrigatório no Brasil, a abstenção ronda os 21%." O também português Correio da Manhã destacou que "mesmo antes do resultado oficial, Dilma já falava como presidente e disse que irá governar para todos os brasileiros".
A edição internacional da agência de notícias novinite.com dá amplo destaque para a ascendência búlgara da candidata vitoriosa. A agência da Bulgária lembra do pai da ex-ministra da Casa Civil, Petar Rusev, que mudou seu nome para "Pedro Rousseff", que fugiu da Bulgária para a França em 1929 e depois para a América Latina durante a 2a Guerra Mundial, em 1944.
Em uma nota separada, destaca ainda Momchil Indzhov, o "primeiro búlgaro" a entrevistar Dilma Rousseff, "autor de duas das três entrevistas" publicadas na bulgária com a petista. O site ainda promete uma "empolgante" cobertura da vitória da primeira presidente mulher do Brasil na edição do Sofia Morning News nesta segunda-feira.
Portal Terra
Um dos primeiros a noticiar a vitória da petista, o espanhol El País, destacou em seu site que o presidente Lula "sempre deixou claro que a vitória de sua candidata era uma vitória dele próprio". A página ainda ressaltou que ela terá a tarefa de comandar o país que melhor representa o crescimento de novas potências mundiais.
Um dos mais importantes jornais do mundo, o New York Times destacou que a "ex-guerrilheira" Dilma foi vitoriosa após a promessa de "seguir com as políticas que tiraram milhões da pobreza" e tornaram o Brasil "uma das mais quentes economias do mundo". O diário americano lembrou que a presidente eleita fez parte de um governo que tirou cerca de 10% da população da extrema pobreza, "um legado grande demais para Serra superar".
O Wall Street Journal, bússola do mercado financeiro, publicou que a vitória da petista foi "selada pela ampla prosperidade econômica" e pela popularidade de seu "predecessor e mentor", Lula. Também classifica Dilma como uma "burocrata" relativamente desconhecida. O The Washington Post seguiu a linha do Wall Street Journal, considerando que o resultado das eleições demonstram a lealdade do povo ao atual presidente.
O La Repubblica afirmou que a "pupila" do presidente Lula se elegeu dentro de sondagens que "sempre deram no mínimo 10% de margem". O jornal italiano não explorou a eleição brasileira, usando inclusive uma imagem antiga de Dilma.
Entre os periódicos franceses, o Le Monde não esconde sua simpatia e coloca a candidata petista como uma "sobrevivente de um câncer" e herdeira política do presidente "mais popular" da história do Brasil. O Le Figaro, mais crítico, destaca no título que a campanha foi "deletéria" (degradante), dizendo que o país está há "fogo e sangue" após a disputa.
O jornal britânico The Guardian destaca a história de Dilma como "ex-rebelde marxista" e a negativa do partido verde em apoiar a candidata do governo, o que lhe daria uma maioria "instantânea". O passado de luta armada da petista também foi lembrado pelo The Times.
O argentino La Nación escreveu em sua edição online que a petista "arrasou com 55,05%" dos votos. Chamada de "eleita de Lula", a vitória de Dilma foi classificada como "a boa notícia do Brasil" por um analista político do jonal. O Clarín, por sua vez, optou por ressaltar o fato de o país ter escolhido sua primeira presidente mulher com um "contundente triunfo".
O português Diário de Notícias destaca na capa a altíssima abstenção destas eleições. "Apesar do voto ser obrigatório no Brasil, a abstenção ronda os 21%." O também português Correio da Manhã destacou que "mesmo antes do resultado oficial, Dilma já falava como presidente e disse que irá governar para todos os brasileiros".
A edição internacional da agência de notícias novinite.com dá amplo destaque para a ascendência búlgara da candidata vitoriosa. A agência da Bulgária lembra do pai da ex-ministra da Casa Civil, Petar Rusev, que mudou seu nome para "Pedro Rousseff", que fugiu da Bulgária para a França em 1929 e depois para a América Latina durante a 2a Guerra Mundial, em 1944.
Em uma nota separada, destaca ainda Momchil Indzhov, o "primeiro búlgaro" a entrevistar Dilma Rousseff, "autor de duas das três entrevistas" publicadas na bulgária com a petista. O site ainda promete uma "empolgante" cobertura da vitória da primeira presidente mulher do Brasil na edição do Sofia Morning News nesta segunda-feira.
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