Uma foto impressionante. O grande lider chora. Foto de Domingo Peixoto
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
O caso do suposto plágio no logotipo

Por Stanley Burburinho
03/01/2011 - 19h32
Agências derrotadas para a Rio-2016 minimizam possível plágio em logo e descartam recorrer
CIRILO JUNIOR
DO RIO
Duas agências derrotadas na reta final da licitação para a escolha da logomarca dos Jogos Olímpicos-2016 descartaram contestar o resultado e rechaçaram a suspeita de plágio levantada na internet, em razão de semelhanças com a imagem da instituição filantrópica americana Telluride Foundation.
Ouvidas pela Folha, elas elogiaram o processo de licitação feito pelo COB (Comitê Olímpico Brasileiro). Disseram que a seleção foi 'transparente' e 'séria'.
Sobre o possível plágio da marca escolhida, desenvolvida pela agência carioca Tátil, as concorrentes avaliaram que é normal ocorrerem semelhanças e que raramente um projeto não remete a outro já existente.
'É evidente que não foi plágio. Essa acusação é leviana. A Tátil é uma agência qualificada, com larga experiência no mercado. Utilizaram um formato universal, com pessoas de mão dadas', afirmou Silvio Silva Junior, dono da Lúmen Design.
Sócio da Brainbox Design, Zeh Henrique Rodrigues explicou que, ao desenvolver uma marca, sua agência faz um longo trabalho de pesquisa para verificar se já existe alguma outra muito semelhante, mas que é impossível rastrear tudo.
'Já ocorreu de termos que cancelar uma marca já definida e aprovada pelo cliente por termos descoberto uma outra com certa semelhança. Decidimos que era melhor não usá-la', comentou.
Em nota, o COB informou ter feito, juntamente com o COI (Comitê Olímpico Internacional), uma 'extensa busca mundial de marcas que tivessem elementos presentes na marca dos Jogos Rio 2016'. As marcas encontradas, segundo o COB, não apresentavam conflito com a logo da Rio-2016.
A licitação para a escolha da logomarca foi aberta em março, e 139 empresas se inscreveram. Na apresentação da documentação, 87 permaneceram no processo. Em agosto, oito agências foram qualificadas para a final.
O COB teve que fazer uma segunda chamada logo depois, com os mesmos finalistas, por considerar que nenhuma das propostas atendia aos requisitos exigidos. Em setembro, a marca desenvolvida pela Tátil foi escolhida e submetida ao COI. O anúncio foi feito na noite de 31 de dezembro, na praia de Copacabana.
http://www1.folha.uol.com.br/esporte/854422-agencias-derrotadas-para-a-rio-2016-minimizam-possivel-plagio-em-logo-e-descartam-recorrer.shtml
Por Demarchi
No Huffingtonpost uma declaração de Fred Gelli, diretor da agência, ao GloboEsporte.com e outra que a Telluride Foundation teria feito em sua página :
http://www.huffingtonpost.com/2011/01/02/olympic-logo-plagiarized-rio-2016_n_803400.html
O diretor da agência brasileira que criou o logo disse que nunca tinha visto a versão da fundação. Fred Gelli disse ao site GloboEsporte.com que a agência fez uma extensa pesquisa para garantir o projeto era singular.
"Por alguma razão, perdemos aquele," disse Gelli.
Gelli reconheceu uma semelhança com o logotipo da fundação, mas disse que o conceito amplo de pessoas se abraçando não é novidade.
A Fundação Telluride diz em seu site que isso promove a filantropia e provê "subsídios e serviços para a comunidade em prol das artes, educação, esportes e todas as causas de caridade."
Gelli também descartou semelhanças com a pintura "A Dança", de Henri Matisse.
"A marca é radicalmente diferente porque é tridimensional", disse Gelli.
Não houve uma cópia descarada como no logo do carnaval de Salvador, mas houve nítida inspiração no logo da Telluride. Vamos as "coincidências":
1) O conceito é o mesmo - pessoas com as mãos dadas formando um círculo.
2) Em ambos os casos, no todo, a logo forma um outro desenho gráfico (um coração no caso da Telluride e o Pão de Açucar no caso do Rio 2016).
3) As cores das pessoas são iguais e na mesma sequência (verde, vermelho e azul). Excluiu-se a pessoa em amarelo.
4) A posição das duas primeiras pessoas são semelhantes, excetuando-se a terceira por causa da exclusão da quarta.
Por Márcio Passos
Existem diversos sites de logomarcas que servem de "inspiração" para designers e afins. Um dos mais conhecidos é esse:
http://www.brandsoftheworld.com/
Blog do Luis Nassif
Alckmin tenta corrigir maior erro de Serra
Rio TietêLendo a matéria do Estadão, o leitor não irá entender a abrangência do decreto de Geraldo Alckmin, destinando mais recursos para o desassoreamento do rio Tietê - o jornal fala em R$ 24 milhões; o Diário do Grande ABC sustenta que são R$ 64 milhões.
Na nota pequena do Diário, é possível entender as motivações. O governo José Serra cortou as verbas para o desassoreamento do rio. Com isso, perdeu-se todo o dinheiro investido no rebaixamento da calha do Tietê. Mais que isso: provocou a maior enchente da história de São Paulo.
Essa informação foi sonegada dos leitores da velha mídia. Deixaram a bom com o prefeito Gilberto Kassab - que assumiu a linhda de frente da batalha da informação -, enquanto Serra se escondia e sua enorme responsabilidade era varrida para baixo do tapete.
Mesmo depois das enchentes, não houve um só movimento dele para voltar com os investimentos no desassoreamento do rio.
Alckmin libera R$ 24 milhões para desassorear calha do Rio Tietê - saopaulo - Estadao.com.br
Alckmin libera R$ 24 milhões para desassorear calha do Rio Tietê
Expectativa é que sejam removidos um milhão de m³ de resíduos, que poderão ser usados na construção civil
Gustavo Uribe e Anne Warth - Agência Estado
SÃO PAULO - O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, anunciou nesta segunda-feira, 3, a destinação de R$ 24 milhões ao Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE), através da assinatura de um decreto, para o desassoreamento do Rio Tietê, logo após a primeira reunião de todo o seu secretariado.
Os recursos serão usados para a retirada de até um milhão de metros cúbicos de resíduos da calha do rio. O governador explicou que a meta do governo é retirar, em dois anos, todo o material assoreado do Rio Tietê.
No ano passado, o rio tinha 2,7 milhões de metros cúbicos de resíduos e foram retirados um milhão. Alckmin detalhou que, a cada ano, os afluentes trazem para o Tietê uma média de 400 mil metros cúbicos de resíduos.
O governo estadual calcula que o rio tenha hoje 2,1 milhões de metros cúbicos de resíduos. Segundo Alckmin, a previsão é que sejam investidos R$ 64 milhões para o processo de retirada desse material assoreado do rio - R$ 40 milhões já previstos no Orçamento do DAEE para este ano. O restante foi suplementado pelo decreto assinado hoje.
Reaproveitamento. Segundo Alckmin, parte dos recursos assoreados, em torno de 60%, serão reaproveitados pelo governo estadual na construção civil. "Uma grande parte do material assoreado é de areia que poderá ser utilizada na construção, reduzindo os custos da gestão pública", disse. Alckmin anunciou ainda que o decreto autorizou a DAEE a fazer licitação do projeto de desassoreamento.
Ao todo, o governador assinou, durante a primeira reunião de seu secretariado, quatro decretos. Um deles cria uma Agenda Paulista de Gestão que o governador explicou serem metas e propostas para melhoria da gestão pública. "É um esforço para melhor a eficiência do gasto público, onde a gente pode fazer um ajuste fino no avanço da aplicação de recursos do Estado", disse.
Outro decreto define um prazo de 60 dias para definir qual secretaria ficará responsável pela gestão do Detran, que deixará de ser vinculado á Secretaria de Segurança Pública. Um outro decreto é o de contingenciamento de R$ 1,5 bilhão dos recursos do governo estadual paulista.
SP destina R$ 64 milhões para desassoreamento do Rio Tietê - Diário do Grande ABC
SP destina R$ 64 milhões para desassoreamento do Rio Tietê
Do Diário OnLine
O governador Geraldo Alckmin anunciou na manhã desta segunda-feira o aumento de R$ 24 milhões nos recursos destinados ao desassoreamento do Rio Tietê. O montante será somado aos recursos já previstos no orçamento do DAEE (Departamento de Água e Energia Elétrica), totalizando R$ 64 milhões.
"Autorizamos hoje o DAEE a fazer a licitação e liberamos os recursos para retirar mais 1 milhão de metros cúbicos. Acho que até o ano que vem vamos voltar ao nível do rebaixamento da calha, o que ajuda toda a macrodrenagem da cidade de São Paulo", disse o governador. Parte do material assoreado é areia, e Alckmin disse que a expectativa é poder aproveitá-la, como no setor de construção civil, reduzindo custos para o Estado.
Projeto Tietê - Em novembro de 2010, foi autorizado o início da terceira fase do Projeto Tietê, que está ampliando a coleta e o tratamento do esgoto que é lançado no rio. Os investimentos totais desta terceira fase, que deve terminar em 2015, somam US$ 1,05 bilhão. Até hoje, a Sabesp já investiu US$ 1,6 bilhão no Projeto Tietê.
Blog do Luis Nassif
Exportações batem recorde e fecham 2010 em US$ 201,9 bilhões

Wellton Máximo
Repórter da Agência Brasil
Brasília - As exportações brasileiras fecharam 2010 no maior nível da história, anunciou o ex-ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior Miguel Jorge. No discurso de despedida do cargo, ele afirmou que as vendas externas atingiram US$ 201,9 bilhões no ano passado, superando o recorde de US$ 198 bilhões registrado em 2008.
De acordo com Miguel Jorge, o saldo da balança comercial ficou em US$ 20,278 bilhões em 2010. As importações também foram recordes e somaram US$ 181,6 bilhões. Ele disse que o superávit é superior às previsões dos analistas. "No início do ano, alguns analistas chegaram a projetar déficit de US$ 11 bilhões", destacou.
Com esse resultado, afirmou Miguel Jorge, a participação do Brasil nas exportações mundiais em 2010 deve atingir 1,3%, maior do que a meta de 1,25% estipulada na política industrial.
Em dezembro, as exportações somaram US$ 20,9 bilhões, com média diária de US$ 909,5 milhões. O resultado é 38,3% maior do que a média registrada em dezembro de 2009.
As importações atingiram US$ 15,5 bilhões no mês passado, com média diária de US$ 676,1 milhões. Em relação a dezembro do ano passado, a média aumentou 21%. O superávit em dezembro chegou a US$ 5,3 bilhões.
Agência Brasil
Padilha quer atendimento rápido e de qualidade no SUS

Carolina Pimentel
Repórter da Agência Brasil
Brasília – O novo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, disse hoje (3) que uma de suas metas será a implantação de um mecanismo para garantir atendimento com qualidade e em curto tempo no Sistema Único de Saúde (SUS).
Sem detalhar como funcionará o mecanismo, que o novo ministro chamou de indicador nacional de garantia de qualidade de acesso, Padilha afirmou que essa será sua “obsessão” na pasta. “Não vamos melhorar a saúde se não tivermos meta entre nós. É fundamental para que a sociedade saiba onde queremos investir o dinheiro" para a saúde, acrescentou Padilha, que entrou no lugar de José Gomes Temporão, titular da pasta desde 2007.
Padilha defendeu a regulamentação da Emenda 29 para aumentar o montante de dinheiro para a saúde. Porém, alertou que os recursos atuais devem ser melhor administrados. “É verdade que precisamos de mais recursos, mas é verdade que precisamos investir mais e melhor os recursos de que dispomos hoje”, disse ele. A emenda fixa os percentuais de investimento dos governos federal, estaduais e das prefeituras nos serviços de saúde.
O novo ministro citou pedidos da presidenta Dilma Rousseff para a pasta, como a implantação da Rede Cegonha, sistema com serviços de saúde focados na mulher e na criança, uma das promessas de campanha da petista. Outras recomendações são a instalação das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e que o ministério lidere o combate ao consumo de crack no país.
Padilha afirmou que irá convocar todos os gestores para trabalhar pela erradicação da miséria, principal compromisso de governo de Dilma Rousseff.
Em seu discurso de despedida, José Gomes Temporão disse que trabalhou de forma “apaixonada” pela saúde do brasileiro. Ele alertou o sucessor de que terá de enfrentar o corporativismo profissional para tentar aperfeiçoar a gestão do SUS, ao falar que sofreu um “boicote” em relação ao fracasso de seu projeto para a criação de fundações estatais para administrar hospitais e serviços de saúde.
O auditório do Ministério da Saúde ficou lotado de convidados para a cerimônia, como servidores, ex-ministros da pasta e parlamentares. Os ministros Fernando Haddad, da Educação, e Tereza Campello, do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, também estiveram presentes. O público pôde acompanhar a transmissão de cargo por meio de telões instalados na entrada e na biblioteca do prédio.
Antes de assumir o Ministério da Saúde, Padilha comandou a Secretaria de Relações Institucionais, desde setembro de 2009, no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Médico infectologista, foi diretor da Fundação Nacional de Saúde (Funasa). É filiado ao PT e participou da coordenação das campanhas presidenciais de Lula e de Dilma Rousseff.
Agência Brasil
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