domingo, 1 de junho de 2014

Transcarioca inaugura nova fase para Dilma?

1 de junho de 2014 | 12:11 Autor: Miguel do Rosário
transcarioca
Tenho a impressão que Dilma entra, a partir de agora, numa nova fase. As grandes obras estão começando a ficar prontas. E isso faz toda a diferença, porque representa um golpe contra esse pessimismo militante que virou moda nos últimos tempos.


A inauguração da Transcarioca, por exemplo, que liga a Ilha do Governador e o Aeroporto do Galeão à Barra da Tijuca vai trazer um alívio incomensurável a todos os bairros por onde ela passa, e para o Rio de Janeiro, de maneira geral. São bairros de periferia, que ganharão visibilidade e mobilidade urbana. O choque econômico positivo nessas regiões deverá ser sentido rapidamente.


Todas as grandes obras iniciadas na era Lula começam a ganhar vida. A Copa do Mundo serviu apenas para gerar uma agenda. Como disse a presidenta, são obras para o Brasil, não para a Copa.


Parte da imprensa tenta pintar a próxima gestão como um tempo sombrio, durante o qual o governo terá de adotar medidas impopulares para ajustar a economia. Já eu acho que será o contrário. De 2015 a 2018, grandes obras de infra-estrutura estarão concluídas, dando uma importante injeção de produtividade e otimismo na economia brasileira. Hidrelétricas, aeroportos, portos, estradas, ferrovias, parques eólicos, pré-sal, refinarias, VLTs, a quantidade de obras que deverão ser inauguradas a partir de agora até 2018 é impressionante.


Os tempos mais difíceis acontecem agora, em que o governo se vê fortemente pressionado pelo enorme volume de obras em andamento, muitas das quais transtornam a rotina da população.
Por isso, como eu ia dizendo, vejo a inauguração da Transcarioca, como símbolo de uma nova era, em que começamos a sair desse período difícil de gestação e nos aproximamos da hora do nascimento da criança.


Segundo o governo do estado, o BRT Transcarioca, inaugurado hoje, começará a funcionar em etapas. A partir de amanhã (2), os cariocas poderão usar o trecho entre o Bairro do Tanque, na zona oeste, e o Terminal Rodoviário Alvorada, na Barra da Tijuca. A partir de quarta-feira (4), será aberto o trecho até o aeroporto, com apenas algumas estações abertas. Gradualmente, outras estações serão abertas. No total, são 47 estações, que se distribuem por 39 quilômetros.
Estima-se que mais de 300 mil pessoas usarão o serviço diariamente.


Tijolaço


O Nordeste é um “problema”… Vota com o estômago…

1 de junho de 2014 | 17:01 Autor: Fernando Brito
semiarido
O Miguel já postou, mas eu acho legal resumir:


Na Bahia, onde o PT local está em dificuldades, Dilma tem 50% de intenção de voto ou 68,5% dos votos válidos.


Em Alagoas, 60% na pesquisa, ou 76% dos votos válidos.


Na Bahia, no 2° turno de 2010,Dilma teve 70,8% dos votos.


Em Alagoas, 53,63%.


E ainda não tem Lula na campanha, na televisão.


O resultado de Pernambuco que ainda aponta ligeira vantagem de Eduardo Campos sobre Dilma não tem solidez.


Depende de uma viabilidade cada vez mais distante de Campos em nível nacional.


De outro modo, os Cavalcânti migram, sem cerimônia, para Aécio.


E olhe lá que se possa confiar plenamente nos dados do Instituto Maurício de Nassau.


A informação que tenho é que o Ibope virá bem diferente disso.


A batalha eleitoral se dará de forma muito diferente do que imaginam muitos.


Não há sinal de que o voto do povão, que a direita pejorativamente chama de “voto com o estômago”  - porque, como se sabe, ela considera que estômago – é um órgão inferior na na anatomia humana – esteja se modificando.


O terreno perdido é político-ideológico.


Com o qual se ganha ou perde o voto com a cabeça.


Que é a  parte da anatomia humana que se disputa numa campanha eleitoral.


Tijolaço

Veja celebra seu herói: o justiceiro Barbosa

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Capa da publicação mostra um Joaquim Barbosa vislumbrando eventual futuro político e pede que seu "exemplo" não seja esquecido; internamente, revista volta a bater na tecla de que o Brasil precisa de "exemplos"; no entanto, ele deixa o Supremo Tribunal Federal depois de ter violado uma jurisprudência consagrada nos tribunais superiores e criado "insegurança jurídica", segundo palavras do próprio procurador-geral da República; Barbosa, de fato, não deve ser esquecido, mas pelos erros e não por supostos acertos
31 de Maio de 2014 às 08:45


247 - Em 1989, a revista Veja lançou ao País um exemplo. Era o então governador de Alagoas, Fernando Collor, apresentado à sociedade como "o caçador de marajás". Mais recentemente, a revista da família Civita repetiu a dose com Joaquim Barbosa, vendido ao público como "o menino pobre que mudou o Brasil".


Nesta semana, "o menino pobre" anunciou sua saída do Supremo Tribunal Federal. Irá curtir a Copa do Mundo e a aposentadoria precoce em Miami, paraíso dos novos-ricos latino-americanos. Deixou a suprema corte porque estava completamente isolado nos meios jurídicos. Em sua sanha persecutória ao ex-ministro José Dirceu, criou uma jurisprudência nova sobre trabalho externo de condenados ao regime semiaberto e foi repreendido pela Ordem dos Advogados do Brasil e pela procuradoria-geral da República, que o acusou de criar "insegurança jurídica".


Portanto, nos meios jurídicos, Barbosa foi um péssimo exemplo – talvez, um dos piores de pessoas que já ocuparam altos cargos na magistratura. Foi alguém que colocou os interesses do personagem Joaquim Barbosa, eventual candidato a algum cargo público no futuro, acima da lei.


No entanto, esse mesmo personagem volta a ser celebrado na revista Veja deste fim de semana. "E agora, Joaquim?", questiona a revista, no título da capa, lembrando que "o Brasil não pode deixar que seu exemplo seja esquecido". Internamente, a publicação dos Civita volta a lembrar que "o Brasil precisa de exemplos".

Bom ou mau exemplo?

Como juiz, Barbosa, claramente, não teve uma conduta exemplar. Como cidadão, menos ainda. Revelou-se, no Supremo Tribunal Federal, um agressor em série (leia mais aqui), atacando praticamente todos os seus colegas em momentos distintos. Mas, à revista Veja, interessa criar a mitologia do herói justiceiro que, pela primeira vez, teve a coragem de punir poderosos.


Curiosamente, o exemplo do passado é hoje um dos grandes inimigos de Veja. Na mesma edição em que exalta Barbosa, a revista ataca o senador Fernando Collor (PTB-AL), que, há poucas semanas, obteve a confirmação, em última instância, de que a revista terá que indenizá-lo em mais de R$ 1 milhão (saiba mais aqui). 


Na coluna Radar, Collor é apontado como um "sempre enrolado" personagem, que teria dívidas de campanha não pagas. Numa reportagem interna, chamada "No estilo do 'duela a quien duela'", novo disparo de Veja. Ou seja: o exemplo de ontem virou o inimigo de hoje, a quem a revista foi condenada a indenizar.


O mito de Joaquim Barbosa, no entanto, é muito mais perigoso. Sem apreço pela democracia, a revista exalta um personagem que já demonstrou uma incrível capacidade para suprimir garantias constitucionais e pisotear direitos individuais.
Num ponto, no entanto, a revista tem razão. O exemplo de Barbosa não deve ser esquecido.
O mau exemplo.


Brasil 247

Cafezinho: Barbosa ainda usa apartamento funcional como endereço da empresa de Miami

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"Antes, uma interpretação amiga poderia até considerar que Barbosa usou o endereço de um apartamento funcional como sede de sua “empresa” criada em Miami por um descuido. Agora não há mais essa desculpa. Barbosa foi negligente e continua sendo. Agora é quase um desafio à lei. Ele pode tudo", diz o blogueiro Miguel do Rosário
1 de Junho de 2014 às 16:50


Por Miguel do Rosário, do Cafezinho


Os brasileiros que se limitam a se informar pela grande mídia ainda não sabem que Joaquim Barbosa, presidente do STF, comprou um apartamento em Miami usando uma “corporation”, aberta em seu nome. E que usou um apartamento funcional como endereço sede da empresa.


No ano passado, essa denúncia correu nas redes sociais, a partir de blogs, inclusive deste Cafezinho, um dos primeiros a divulgar os documentos de Barbosa em cartórios de Miami. O Globo não deu nada. Hoje o Globo diz que Barbosa renunciou porque recebeu um telefonema no qual uma voz diz a ele “que sua hora está chegando”.


Nada disso. Barbosa renunciou porque fez uma besteira atrás da outra. A mídia tentou blindar ao máximo, mas felizmente temos a blogosfera.
Pois bem, temos uma novidade. Mesmo depois de tantas denúncias, Barbosa não atualizou o endereço da Assas JB Corporation. O relatório de 2014 mostra que o endereço do apartamento funcional continua lá, firme e forte.


Antes, uma interpretação amiga poderia até considerar que Barbosa usou o endereço de um apartamento funcional como sede de sua “empresa” criada em Miami por um descuido. Agora não há mais essa desculpa. Barbosa foi negligente e continua sendo. Agora é quase um desafio à lei. Ele pode tudo.


Confira neste link, o relatório anual da Assas JB Corp para 2014, divulgado ao final de abril.
Detalhe, ele ainda é presidente do STF e ministro. O uso de um apartamento funcional para fins empresariais ainda é ilegal, portanto.

- See more at: http://www.ocafezinho.com/2014/06/01/bomba-o-relatorio-de-2014-da-empresa-de-joaquim-barbosa-em-miami/#sthash.CcxMgDGa.dpuf


Brasil 247

Dilma e Lula em Minas Gerais # Dilma e Lula Mudando o Brasil




Rede Brasil Atual

Veja resmunga por Dilma inaugurar ampliação do aeroporto no Rio. Brasil será 3o. no mundo em passageiros de avião.

domingo, 1 de junho de 2014



Neste domingo pela manhã a presidenta Dilma inaugurou a ampliação do aeroporto Internacional do Rio de Janeiro Tom Jobim (Galeão).
Agora, a capacidade passou de 17,4 milhões para 30,4 milhões de passageiros, o que representa aumento de 42%.

A nova área de embarque do terminal 2 tem 11.109m2, duas novas ilhas de check-in com 32 balcões de atendimento, novo sistema de esteiras de bagagem que permite a inspeção de 100% do material em cinco níveis de segurança e seis novos pórticos com raio-x para bagagem de mão e outro exclusivo para mercadorias das lojas localizadas dentro do embarque.

Também foram instaladas 16 novas cabines para a operação da Polícia Federal na aferição de passaportes e quatro novas esteiras que permitem a duplicação da capacidade de restituição de bagagem.

O setor A do terminal 1, onde está localizado o desembarque doméstico, também foi reformado. A área recebeu quatro novas escadas rolantes e cinco novas esteiras de restituição de bagagem.

Desde o ano passado já está funcionando a lanchonete popular no terminal 2. As lanchonetes populares foram criadas pela Infraero para oferecer opções mais baratas, dando alternativa e promovendo a concorrência para evitar abusos nos preços.

Tudo isso que foi entregue dá e sobra para atender o movimento da Copa (que não será muito diferente do Carnaval) e dar bastante conforto ao passageiro. Mas adivinhem como nosso "querido" PIG (Partido da Imprensa Golpista) noticiou? A Veja noticiou o copo não estar cheio até a boca: "Dilma inaugura obra inacabada no Galeão". Êta revistinha estúpida. Dilma inaugurou uma etapa que está pronta. Outras etapas que ainda não estão prontas (e que não comprometem o uso da parte pronta), continuará as obras. Na própria concessão realizada no ano passado prevê várias obras ao longo dos próximos anos para atender a demanda por pelo menos 25 anos. Se fosse assim a obra seria sempre "inacabada".

A Veja, em seu complexo de cucaracha, ainda cai na bobagem de dizer que alguns trechos de corredores estão fechadas com tapumes (de forma organizada, limpa e segura, diga-se) e blá-blá-blá. Ora, isso a gente a gente vê em Shopping em expansão, em hotéis, e ninguém fica com má impressão, se os serviços que precisam funcionar estiverem funcionando bem. Pelo contrário, quem vê obras de expansão fica com a imagem de que o ambiente de negócios está indo bem.

Até 2016 Brasil será terceiro maior mercado de transporte de passageiros.
O Brasil se tornará até 2016 o terceiro maior mercado de transporte de passageiros domésticos do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos (710,2 milhões) e China (415 milhões). É o que prevê estudo realizado pela International Air Transport Association (IATA) este ano.

Isso só prova que Aeroporto não é para a Copa, como tem gente que ainda insiste nesta idiotice. É para nós, brasileiros, usarmos e para a infra-estrutura de desenvolvimento do turismo, que gera empregos e riqueza também para nós todos.