quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Ao 247, Wagner rebate Aécio: "factóide eleitoral"



O presidente dos Correios, Wagner Pinheiro, contestou a acusação feita pelo senador Aécio Neves (PSDB-MG) de "uso criminoso" dos Correios nas campanhas do PT à presidência da República e para o governo de Minas Gerais; "é uma acusação totalmente descabida, que abala a credibilidade de uma instituição que tem a confiança de toda a sociedade brasileira", afirmou; de acordo com o PSDB, materiais de campanha dos candidatos tucanos não teriam sido entregues; "Em agosto e setembro, os Correios realizaram a entrega de mais de 11,2 milhões de itens referentes à campanha de Aécio Neves, sem qualquer reclamação do cliente", disse a empresa, em nota; PSDB e PPS anunciaram ações criminais contra Pinheiro

2 de Outubro de 2014 às 06:39



247 - O presidente dos Correios, Wagner Pinheiro, reagiu com indignação à acusação feita pelo senador Aécio Neves (PSDB-MG), candidato tucano à presidência da República, de uso político da empresa. De acordo com Aécio, materiais de campanha do PSDB nacional e mineiro não estariam sendo entregues pela instituição.

"É uma acusação totalmente descabida, que abala a credibilidade de uma instituição que conquistou a confiança de toda a sociedade brasileira", disse Pinheiro, ao 247. "No fundo, é apenas mais uma tentativa de se criar um factóide eleitoral, às vésperas do primeiro turno".

Aécio usou palavras duras e falou em "uso criminoso" dos Correios depois que o deputado Durval Ângelo (PT-MG) apareceu em um vídeo agradecendo pelo apoio da empresa às campanhas do PT. Em seguida, o PPS, de Roberto Freire, e também o PSDB anunciaram que entrariam com representações criminais contra Wagner Pinheiro e também contra o ministro Paulo Bernardo, das Comunicações, a quem a empresa está subordinada.

"Se algum funcionário dos Correios participou de algum evento do PT, o fez como pessoa física e fora do horário de trabalho", diz Wagner Pinheiro. "A lei brasileira garante a qualquer cidadão brasileiro o direito de expressar suas posições políticas".

Ele afirma que todos os pedidos de entrega contratados pelo PSDB e demais partidos políticos foram entregues dentro das condições pactuadas entre os clientes e a empresa. Leia, abaixo, a nota divulgada pela empresa:

Esclarecimento sobre entrega de material de campanha em Minas Gerais

Os Correios esclarecem que a entrega de material de campanha de todos os candidatos está sendo realizada dentro do cronograma previsto e amplamente divulgado.

Em agosto e setembro, os Correios realizaram a entrega de mais de 11,2 milhões de itens referentes à campanha de Aécio Neves, sem qualquer reclamação do cliente.

Cerca de 2,1 milhões de itens do candidato Pimenta da Veiga e mais 1 milhão de itens do candidato Aécio Neves, que foram postados no final da semana passada, estão sendo entregues normalmente e dentro do prazo contratado pelos clientes.

De sábado (27) até hoje, somente em Minas Gerais, foram entregues 8 milhões de itens de campanha de diversos candidatos e partidos, sem reclamações.



Brasil 247

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Dilma chega às urnas de domingo mais forte que PT



O impensável no início do ano se concretiza na reta final da eleição; presidente Dilma Rousseff lidera em todas as regiões do País, segundo pesquisa Datafolha, apesar de performances fracas de candidatos do partido a governador; situação mais flagrante se dá no eixo São Paulo-Rio de Janeiro, onde Alexandre Padilha e Lindbergh Farias amargam duros terceiro e quarto lugares, enquanto Dilma cresce na frente; resultados das urnas do domingo 5 podem conceder à Dilma novos poderes sobre sua própria legenda

1 de Outubro de 2014 às 20:37



247 – Com ou sem definição da eleição no próximo domingo 5 – seja em caso de vitória em 1º turno da presidente Dilma Rousseff, o que, segundo projeções, pode ocorrer, ou pela passagem dela para o 2º turno com perto de 70% de chances de se eleger, de acordo com a consultoria internacional Eurasia – já se conhece ao menos um fato político importante: a candidata do PT à reeleição ficou maior que o próprio PT.

O atual quadro com Dilma liderando as pesquisas em São Paulo e no Rio de Janeiro, enquanto o partido patina com seus candidatos a governador, respectivamente, em amargos terceiro e quarto lugares, é um retrato ponto e acabado da força que vai sendo amealhada pela presidente. Tanto o ex-ministro Alexandre Padilha como o senador Lindbergh Farias deveriam, a princípio, puxar votos para Dilma. Mas, na prática, essa teoria é outra.

Acreditava-se, especialmente em relação à eleição paulista, que Padilha poderia repetir a performance do atual prefeito Fernando Haddad e, como novidade na disputa, empolgar o eleitorado. Mas não é isso o que se assiste em todos os levantamentos, até aqui, feitos por institutos como o Datafolha e o Ibope.

Em lugar de ser Padilha, ungido pelo ex-presidente Lula, o cavalo de votos para Dilma, é a escalada dela nas pesquisas que levou o candidato, a cinco dias do encerramento da peleja, finalmente ultrapassar a barreira dos 10% no Datafolha.

No Rio, a presidente nunca escondeu seu incômodo com a candidatura de Lindbergh. O senador precisou se escudar em Lula para garantir-se na disputa. Apesar de todas as manobras de bastidores, ele não obteve o aval da presidente e jamais cresceu nas consultas populares. De terceiro colocado durante toda a eleição, se vê agora numa inútil quarta posição nas pesquisas, ultrapassado pelo governador Pezão, que chegou à ponta. Nesse caso em particular, Dilma se sai duplamente vitoriosa. Caso o governador confirme os prognósticos positivos, Dilma poderá comemorar a vitória dele, porque nunca deixou de explicitar seu apoio a Pezão. O eleitorado fluminense, por outro lado, vai se mantendo, sempre acordo com as pesquisas recentes, bem mais ao lado de Dilma do que com Marina Silva, do PSB, e Aécio Neves, do PSDB.

O ex-ministro do Desenvolvimento Fernando Pimentel, que contou desde a primeira hora com o aval da presidente, tem levado o PT à liderança das pesquisas desde o início da campanha. Mas menos pela orientação partidária, e mais pela estratégia pessoal escolhida de não bater de frente com os tucanos, Pimentel vai se saindo bem. Ao lado dele, Dilma esteve em Minas Gerais, sua terra natal, por mais de uma dezena de vezes nas últimas semanas. O resultado, até aqui, é um amplo favoritismo para Pimentel, num resultado em que será impossível dissociá-lo do apoio da presidente.

Dilma tem mais intenções de votos no Paraná, sempre de acordo com as pesquisas dos maiores institutos, que a ex-ministra Gleise Hoffman, em terceiro lugar na disputa. E também vai melhor que Rui Costa, candidato do governador petista Jaques Wagner à sua sucessão. Apesar de ter crescido nos últimos dias, a candidatura dele passou longe de incomodar a do ex-governador Paulo Souto, do DEM. Dilma, porém, nunca teve uma posição fraca nas pesquisas no Estado.

Líder no Datafolha divulgado na terça-feira 30 de setembro em todas as regiões do País, na prática é Dilma que teve, até aqui, cacife eleitoral para empurrar os postulantes do partido. E mesmo quadros experientes entenderam que estreitar laços com a candidata se tornou um ótimo negócio eleitoral:

- Nossa estratégia, agora, é colar o mais possível a minha imagem na da presidente Dilma, disse o governador Tarso Genro, do Rio Grande do Sul, ao 247. Ele chega à reta final em situação de empate técnico com a senadora Ana Amélia Lemos, da coligação PP-PSDB, já tendo dado uma virada na capital Porto Alegre.

A presidente entrou na disputa questionada, à boca pequena, em seu próprio partido. Mas chega ao momento decisivo com seu nome cantado como candidata à toda prova, que resistiu à maior saraivada de ataques sofrida por um candidato a presidente desde a redemocratização do País. Com sua performance até aqui, ainda que não decida a eleição neste primeiro turno, Dilma está mais forte do que no início da disputa – maior até do que o PT.
 
 
Brasil 247

Datafolha: Vai ter segundo turno?


Resultado de imagem para fotos da urna eletrônica

Por Altamiro Borges

A pesquisa Datafolha divulgada na noite desta terça-feira (30) deixa várias perguntas no ar. Vai ter segundo turno das eleições presidenciais? Em caso afirmativo, quem será o rival de Dilma Rousseff? Aécio Neves, que subiu meteóricos dois pontos percentuais, ou Marina Silva, que caiu dois pontos e segue derretendo? Pelos dados da sondagem, que sempre manipula a chamada margem de erro, a atual presidenta manteve 40% das intenções de voto. Já a candidata-carona do PSB aparece com 25% e o cambaleante tucano surge com 20%. A pesquisa mostra que a vantagem de Dilma Rousseff sobre a segunda colocada aumentou 15 pontos, na comparação com a sondagem anterior do mesmo instituto.

Já na simulação do segundo turno, a presidenta seria reeleita com 49% dos votos, contra 41% da ex-verde; diante do candidato do PSDB, a vitória da petista seria de 50% a 41%. O site UOL, que pertence ao mesmo grupo empresarial do Datafolha e da Folha e que não esconde a sua “posição oposicionista” – segundo definição de Judith Brito, executiva do conglomerado e ex-presidente da Associação Nacional dos Jornais (ANJ) – noticiou o resultado da sondagem com uma leve, levíssima, esperança de que o tucano Aécio Neves ainda desbancará Marina Silva e disputará o segundo turno contra Dilma Rousseff. “A pesquisa mostra a tendência de acirramento da disputa pelo segundo lugar na corrida presidencial”.

O site destaca que esta é quarta sondagem do instituto com “oscilação negativa de Marina e variação positiva de Aécio”. A diferença, que já foi de 20 pontos percentuais, agora seria de apenas cinco pontos. A torcida da famiglia Frias é evidente. O site nem cogita a hipótese da vitória de Dilma Rousseff no primeiro turno – apesar das sondagens partidárias indicarem que a presidenta também tem sido favorecida pelo derretimento da candidatura de Marina Silva. Para o jornalão com “posição oposicionista” a vitória de Dilma Rousseff no primeiro turno seria o pior dos mundos. 
 
 
Blog do Miro

E Levy virou heroi de Lobão e da direita brasileira

Postado em 30 set 2014
 

 
Levy Rules

Fidelix rules!!

Assim reagiu no Twitter Lobão à diarreia homofóbica de Levy Fidelix no debate da Record.

Numa tradução livre, Fidelix brilhou.

Você pensa que Lobão não pode ser mais obtuso, mas ele sempre surpreende e encontra novos limites para a estupidez e o reacionarismo.

Lobão é uma amostra expressiva de como a direita respondeu a Fidelix. Com embevecimento diante de alguém que disse verdades à “ditadura gayzista”, um herói que ousou desafiar o pensamento “politicamente correto”.

Levy Fidelix, o candidato que era uma piada até virar uma infâmia, é, hoje, um ídolo da direita brasileira. Isso mostra o panorama desolador do conservadorismo nacional.

Roger Moreira, também no Twitter, admirou a coragem de Fidelix. Quer dizer: Fidelix não foi vulgar, não foi obsceno, não foi idiota. Foi, para Roger, um exemplo de bravura.

Outro reacionário notório, Reinaldo Azevedo, torturou o jornalismo e a língua portuguesa ao falar sobre o caso. Ele se referiu a uma “suposta” homofobia.

Portanto, no Planeta Azevedo, podemos discutir se as palavras de Fidelix foram – ou não – homofóbicas. Há sempre a possibilidade, segundo esta ótica peculiar, de que Fidelix tenha elogiado os homossexuais ao dizer que eles têm que se tratar, mas longe de nós.

O cuidado extremo com que Azevedo se referiu a Fidelix só vale, naturalmente, para a direita.

Dias antes, eles escrevera, a propósito do caso Petrobras, que o delator REVELARA – ele usou maiúsculas – coisas terríveis contra Dilma.

O delator não afirmou, não disse. Ele REVELOU. No Planeta Azevedo, acusações contra adversários de seus patrões não são acusações. São REVELAÇÕES. Você pula a etapa da investigação, da defesa, da exibição de provas, se as houver, e da decisão da justiça.

Importante: isto para os inimigos.

Dias atrás, o jornalista Ricardo Kotscho escreveu que a origem da raiva de Roberto Civita contra Lula reside na diminuição da publicidade do governo federal para a Abril.

Está errado dizer, segundo o jornalismo decente, que Kotscho REVELOU. O certo é registrar que Kotscho “afirmou”.

Mas, sejam quais sejam as origens do ódio da Veja a Lula, o fato é que o jornalismo decente deixou de valer faz muito tempo para a revista, substituído por uma patética panfletagem sem nenhuma credibilidade senão para um público limitado de analfabetos políticos.

No caso de Fidelix, outro argumento da direita em favor do seu bestialógico recorre à liberdade de expressão, como se você pudesse dizer qualquer coisa e invocá-la.

Em maiúsculas, como Azevedo, Malafaia congratulou Fidelix no Twitter. “PARABÉNS, LEVY FIDELIX, POR VOCÊ FALAR O QUE PENSA. ESTAMOS EM UMA SOCIEDADE LIVRE. O ATIVISMO GAY QUER IMPLANTAR A DITADURA DA OPINIÃO! VALEU!”

Bom, pelo menos parece que Mafalaia saiu da fase da “ditadura bolivariana” para admitir que vivemos numa “sociedade livre”.

Há regras para a liberdade de expressão, como para tudo. Nos dias de hoje, por exemplo, caso alguém em solo americano se manifeste publicamente a favor dos Estados Islâmicos irá, rapidamente, para a cadeia.

Um juiz americano colocou isso de forma didática. Imagine um teatro lotado. Se alguém gritar “fogo”, pode gerar um pânico que leve a mortes. É inútil invocar depois, na justiça, a liberdade de expressão para poder gritar “fogo”.

Por mais que os conservadores queiram, Levy Fidelix não foi destemido, não foi iconoclasta, não foi brilhante.

Foi apenas sem noção, ou, para quem gosta de definições mais diretas, um perfeito idiota.
 
 
 


Sobre o Autor: o jornalista Paulo Nogueira é fundador e diretor editorial do site de notícias e análises Diário do Centro do Mundo.
 
 
Diário do Centro do Mundo

Dilma Rousseff lidera nas cinco regiões do país



Presidente amplia vantagem sobre adversários na disputa pela reeleição, principalmente no Nordeste, a segunda região em número de eleitores, onde alcança 56%, contra 24% de Marina Silva (PSB) e 9% de Aécio Neves (PSDB); nos três Estados da região Sul, Dilma Rousseff lidera isolada e apresenta tendência de crescimento; no Sudeste e no Centro-oeste, com o maior número de eleitores, diferença é apertada, 30%, contra 29% da ex-senadora e 25% do tucano

1 de Outubro de 2014 às 06:02



247 – Em pesquisa Datafolha divulgada nesta terça-feira, a presidente Dilma Rousseff aparece com maior vantagem diante de seus adversários. Enquanto a lidera o primeiro turno isolada com 40%, Marina Silva (PSB) tem agora 25% e o senador tucano Aécio Neves alcança 20%.

A presidente apresenta mais intenções de voto nas cinco regiões do país. A maior vantagem é no Nordeste, a segunda região em número de eleitores e reduto eleitoral do PT, onde alcança 56%. Marina tem 24%; Aécio, 9%.

Nos três Estados da região Sul, Dilma lidera isolada e apresenta tendência de crescimento: tem 39%; Aécio, 26%; Marina, 16%.

No Sudeste e no Centro-oeste, região que reúne o maior número de eleitores, aparece com ligeira vantagem: tem 30%; Marina, 29%; Aécio, 25%.
 
 
Brasil 247

Os “robozinhos” de Aécio Neves


terça-feira, 30 de setembro de 2014


 
 
 
Por Altamiro Borges

 
Recentemente, o cambaleante Aécio Neves ingressou com processo exigindo que o Twitter revelasse o perfil de 66 internautas. Acostumado a cooptar e censurar a velha imprensa de Minas Gerais, ele pretendia silenciar os tuiteiros de vários cantos do Brasil. A ofensiva autoritária não deu certo. Os ativistas digitais não se intimidaram e o próprio Twitter afirmou que a ação feria a liberdade de expressão. Um dos argumentos usados pelo censor tucano é de que os 66 citados agiriam como “robôs” para caluniá-lo. Nesta terça-feira (30), porém, jornais revelam que a campanha do senador mineiro-carioca usa “robôs” para divulgar a imagem do cambaleante presidenciável nas redes sociais.

Segundo a insuspeita Folha tucana, o debate da TV Record de domingo teve forte ação dos robôs. “É o que mostra levantamento do Laboratório de Estudos sobre Imagem e Cibercultura, da Universidade Federal do Espírito Santo... O Labic – sigla do laboratório da Ufes – identificou indícios de que a campanha do candidato Aécio Neves (PSDB) fez uso intenso dos robôs, tanto no Facebook como no Twitter. A partir de rastreamentos com a hashtag oficial do debate (#debatenarecord) e com a do candidato (#SouAecio Voto45), o coordenador do laboratório, professor Fábio Malini, percebeu que em um período de 15 minutos as menções a Aécio no Facebook triplicaram – um forte indício de uso de robôs”.

Conforme esclarece o jornal, “os robôs são programas capazes de publicar mensagens de maneira coordenada, o que impacta os assuntos mais comentados na rede – no caso do Twitter, os ‘trending topics’, no Facebook, os chamados ‘itens populares’. O objetivo desse tipo de ferramenta é fazer com que a discussão na web seja manipulada de maneira positiva para a campanha que faz uso dela. Há diversos modos de fazer com que isso aconteça, como promover hashtags (‘etiquetas’, em tradução livre) oficiais e rebater adversários automaticamente”. Para se contrapor a ação de internautas favoráveis à presidenta Dilma Rousseff, a campanha do PSDB teria se utilizado de “robôs”.

“Os responsáveis pelo Labic afirmam que o comportamento indica que há robôs programados a favor do tucano para retrucar qualquer menção à petista”, descreve a reportagem. Segundo o professor Fábio Malini, coordenador do Labic e especialista em rastreamento na internet, a ação dos robôs seria deflagrada por empresas profissionalizadas. “A maioria dos perfis falsos está ligada à conta do publicitário Eduardo Trevisan, dono de uma empresa de monitoramento de redes sociais que trabalha na campanha do tucano”, afirma o jornal. Ouvido pela Folha, “Trevisan nega que administre robôs e se diz vítima deles”. Ele confirmou, porém, que a sua empresa, a Face Comunicação, já recebeu R$ 130 mil do PSDB.

Para o site Muda Mais, que apoia a candidata Dilma Rousseff, não há dúvida de que os tucanos usam robôs. “Partidos com militância expressiva e apoiadores, como é o caso do PT, entram para o Trending Topics com frequência durante os eventos políticos, uma vez que se tornam tema amplamente comentado entre perfis de pessoas reais. No caso em questão, que ocorreu durante o último debate, o PSDB agiu de forma não orgânica. Ou seja, ele utilizou robôs – perfis falsos, que soltam tuites automaticamente – para manipular positivamente o TT em favor próprio e dar a impressão de que eles eram, de fato, um tema relevante”. O site ainda lembra que a campanha de Aécio Neves é reincidente nesta prática.

O cambaleante tucano não tem militância nem ruas nem redes. Até alguns dos seus "aliados" já abandonaram o ninho. Ele só conta com o apoio da velha mídia e de empresas especializadas e caras. E ainda tenta censurar os ativistas digitais que discordam da sua posição direitista. É muita prepotência e caradura! 
 
 
Blog do Miro

Ibope também não “segura” Marina. Mas 10% de diferença no 2° turno, tenha paciência…

30 de setembro de 2014 | 20:53 Autor: Fernando Brito





O Ibope, tal como o Datafolha, não teve mais como “segurar” a tendência de queda acelerada de Marina Silva.

Nem como forçar uma subida de Aécio Neves que, se existe, é lenta e tímida.

O percentual de Dilma está, podem ter certeza, sendo “amarrado”, devolvido lentamente desde que foi “jogado para baixo” duas pesquisas atrás.

 
 
A diferença entre a soma de intenções de voto no segundo turno ( veja o quadro ao lado) é impensável. No Datafolha, os votos somam 90% do total; no Ibope, apenas 80%.

Não há margem de erro que explique uma diferença de 10% a mais na indecisão sobre o voto de segundo turno.

Isso são as tais “reservas técnicas” que deixam para ajustar o “desejável” ao real.

Como no Brasil a imprensa aceita tudo e não investiga nada que não seja o governo, fica-se assim.

Duas pesquisas, no mesmo dia, registrando uma diferença de 10%.

Não há margem de erro que resista, nem com o William Bonner dizendo que “o intervalo de confiança é de 95%, o que significa que se forem feitas 100 pesquisas a margem de erro será de dois pontos para mais ou para menos”.

Ainda bem que o Ibope está de saída da vida brasileira.
 
 
Tijolaço