segunda-feira, 29 de maio de 2017

ANDREA NEVES TENTOU SUPERFATURAR VENDA DO APARTAMENTO DA MÃE

NOVO MINISTRO DA JUSTIÇA JÁ QUESTIONA PF E INQUÉRITO CONTRA TEMER

BOFF: “ASCENSÃO SOCIAL NOS ANOS DE LULA E DILMA ASSUSTOU A OLIGARQUIA”

domingo, 28 de maio de 2017

A MULTIDÃO DAS DIRETAS QUE A IMPRENSA FINGE NÃO VER


Numa tarde fria e chuvosa em Copacabana, mais de 50 mil pessoas foram à praia para soltar dois gritos presos na garganta: Fora Temer e Diretas já; segundo pesquisa Datafolha recente, este é desejo de nada menos que 85% dos brasileiros; no entanto, assim como na ditadura militar, a imprensa brasileira, que agora se associou ao golpe parlamentar de 2016, finge não ver a gigantesca mobilização popular, que tende a continuar crescendo nos próximos dias; o silêncio da mídia é tão vergonhoso, que gerou protestos nas redes sociais; "Jornalismo? Milhares de pessoas numa grande manifestação em Copacabana por Diretas Já e os portais ignoram literalmente", escreveu o jornalista Florestan Fernandes Júnior; barões da mídia sabem que Michel Temer, investigado por corrupção, obstrução judicial e organização criminosa, se tornou inviável, mas correm para emplacar um presidente biônico

28 DE MAIO DE 2017 


247 – O governo Temer, como todos sabem, apodreceu. Pela primeira vez na História, o Brasil tem um ocupante da presidência da República investigado por corrupção, organização criminosa e obstrução judicial, pego em flagrante, numa ação controlada da Polícia Federal.

Além disso, segundo o Instituto Datafolha, 85% já queriam a realização de eleições diretas, antes mesmo da divulgação dos grampos da JBS – o que indica que o número atual deve ser próximo a 100%.

Portanto, uma imprensa sintonizada com os anseios dos leitores teria total interesse em acompanhar de perto o que aconteceu neste domingo no Rio de Janeiro. Numa tarde fria e chuvosa em Copacabana, mais de 50 mil pessoas foram à praia para soltar dois gritos presos na garganta: Fora Temer e Diretas já.

Nada disso, porém, aconteceu. Assim como na ditadura militar, a imprensa brasileira, que agora se associou ao golpe parlamentar de 2016, fingiu não ver a gigantesca mobilização popular, que tende a continuar crescendo nos próximos dias.

O silêncio da mídia foi tão vergonhoso, que gerou protestos nas redes sociais. "Jornalismo? Milhares de pessoas numa grande manifestação em Copacabana por Diretas Já e os portais ignoram literalmente", escreveu o jornalista Florestan Fernandes Júnior.

Os barões da mídia sabem que Michel Temer se tornou inviável, mas correm para emplacar um presidente biônico. O motivo? Medo da volta de Luiz Inácio Lula da Silva.



Brasil 247

Pai de Fred, o primo de Aécio, confirma desabafo: “Ele não honra a memória do pai e do avô”


- 22 de maio de 2017

Publicado na Agência Pública.

POR LUCAS FERRAZ



Circulou nas redes sociais, neste domingo (21), um texto atribuído ao desembargador aposentado Lauro Pacheco de Medeiros Filho com fortes críticas ao senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG). Nele, o pai do advogado Frederico Medeiros, preso na semana passada por buscar parte da propina acertada pelo primo com o dono da JBS, desabafa: falta a Aécio “qualidade moral e intelectual para o exercício do cargo que disputou de presidente da República”. O Truco – projeto de checagem de dados da Agência Pública – verificou a postagem e constatou que o texto é verdadeiro.

A informação foi confirmada à Pública pelo próprio Lauro. “[Meu filho] fez aquilo de boa fé. Fiquei com um sentimento de revolta muito grande com o Aécio. Sempre fui um admirador dele, mas a decepção é grande, com aquela imagem de bom moço…”, afirmou.

Advogado e empresário, Frederico é filho do primeiro casamento de Lauro com uma das sobrinhas de Risoleta Neves, avó de Aécio que foi casada com Tancredo Neves por quase 50 anos. Lauro foi nomeado procurador-geral da Justiça em Minas Gerais quando o tio torto Tancredo assumiu o governo do Estado, em 1983. Mais tarde, Frederico também faria parte do governo do primo, entre 2003 e 2010, atuando em órgãos como a Cemig, além de ter sido um dos coordenadores de sua campanha presidencial em 2014.

“Aécio não honra a memória do avô e do pai, Aécio Cunha, que era um político honestíssimo”, afirma Lauro Pacheco, que tem 78 anos e vive em Belo Horizonte. Ele foi visitar o filho na Penitenciária Nelson Hungria, onde Frederico está preso – junto com o assessor parlamentar e cunhado do senador Zezé Perrella (PMDB-MG), Mendherson Souza Lima – desde a quarta-feira da semana passada. “Ele está bem, numa cela isolada.” Sobre as especulações de que o filho poderia fazer uma delação premiada, Lauro nega. “Ele jamais faria uma delação. Ele não sabe de nada, o Fred caiu numa enrascada”, disse.

Frederico Medeiros foi pelo menos duas vezes à sede da JBS, em São Paulo, para buscar parte da propina acertada entre o primo, Aécio Neves, e o dono da JBS, Joesley Batista. O diálogo sobre o acerto com o agora senador afastado foi gravado por Joesley. “Se for você a pegar em mãos, vou eu mesmo entregar. Mas, se você mandar alguém de sua confiança, mando alguém da minha confiança”, disse o empresário, sobre a entrega de R$ 2 milhões para o senador. Aécio respondeu: “Tem que ser um que a gente mata ele antes de fazer delação. Vai ser o Fred com um cara seu. Vamos combinar o Fred com um cara seu, porque ele sai de lá e vai no cara. E você vai me dar uma ajuda do caralho”.

Ao buscar parte da propina, Frederico revelou preocupação, segundo as interceptações realizadas com a autorização da Justiça: “Outro dia estava pensando. Acordei à meia-noite e meia, o que estou fazendo? O que tenho com isso? Eu não trabalho para o Aécio, eu não sou funcionário público, sou empresário. Trabalho para sobreviver”, disse o primo para Ricardo Saud, diretor de relações institucionais da J&F. O primo de Aécio deixa claro que estava cometendo uma ilegalidade. “Eu tenho com o Aécio um compromisso de lealdade que o que precisar eu tenho de fazer. Eu falei, olha onde eu tô me metendo”, disse, para o diretor da J&F.

Sobre a situação do filho, preso numa “enroscada”, segundo ele, provocada pela deslealdade de Aécio, Lauro Pacheco de Medeiros Filho concluiu: “É uma pena”.



Diário do Centro do Mundo   -   DCM

sábado, 27 de maio de 2017

Fachin e Janot quebraram as pernas do Gilmar




Conversa Afiada

REQUIÃO ACUSA: DELAÇÃO DA JBS FOI MONTADA NOS ESTADOS UNIDOS


O senador Roberto Requião postou vídeo nas redes sociais em que acusa o Departamento de Justiça dos Estados Unidos de estar por trás das delações premiadas da JBS; "não foi a procuradoria do Brasil que fez o acordo premiado com a JBS"; segundo ele, o objetivo é ferir a soberania brasileira e liquidar com as garantias sociais no Brasil

27 DE MAIO DE 2017 

Paraná 247 – O senador Roberto Requião postou vídeo nas redes sociais em que acusa o Departamento de Justiça dos Estados Unidos de estar por trás das delações premiadas da JBS.

"Não foi a procuradoria do Brasil que fez o acordo premiado com a JBS".

Segundo ele, o objetivo é ferir a soberania brasileira e liquidar com as garantias sociais no Brasil.

Confira acima.



Brasil 247