Ex-diretor de abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa é suspeito de ter omitido nomes de políticos envolvidos e dinheiro obtido com o esquema de corrupção na Petrobras; em delação, o lobista Fernando Baiano afirmou ter pago de R$ 20 milhões a R$ 25 milhões para Costa, mas este declarou que só recebeu cerca de US$ 4 milhões; a rescisão do acordo não implicaria na anulação das provas geradas a partir dos depoimentos
23 DE OUTUBRO DE 2015 ÀS 06:19
247 – Uma das peças centrais das investigações da Lava Jato, o ex-diretor de abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa poderá ter a sua delação premiada revista.
Ele é suspeito de ter omitido nomes de políticos envolvidos e dinheiro obtido com o esquema de corrupção na Petrobras, segundo reportagem de André Guilherme Vieira.
A rescisão não implicaria na anulação das provas geradas a partir dos depoimentos. Segundo a cláusula número 24 da colaboração premiada, em caso de rescisão do acordo, o colaborador perderá automaticamente o direito aos benefícios concedidos, "com a manutenção da validade das provas já produzidas".
As suspeitas contra Costa foram ampliadas pelas declarações de outro delator, o lobista Fernando Baiano, que afirmou ter pago de R$ 20 milhões a R$ 25 milhões para o ex-diretor. Costa, no entanto, disse que só recebeu cerca de US$ 4 milhões (leia mais).
Brasil 247
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