terça-feira, 6 de outubro de 2015

GOLDMAN, VICE DO PSDB, DIZ QUE CUNHA É 'CARNE MORTA'


Ex-governador de São Paulo e vice-presidente nacional do PSDB, o tucano Alberto Goldman se irritou com as declarações do deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP), que afiançou seu apoio ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ); "Quando os meninos veem um filme de terror e sabem que alguém vai morrer, dizem, fulano é carne morta. Cunha é carne morta", disse ele; o presidente do partido, senador Aécio Neves (PSDB-MG), foi mais cauteloso; "O que o líder Carlos Sampaio disse é que está aguardando as provas documentais para confirmação das denúncias, que não quer se antecipar à condenação. Ninguém vai defender ninguém se isso acontecer", disse Aécio; o motivo da cautela é um oportunismo que foi verbalizado pelo senador Tasso Jereissati (PSDB-CE); "Até quando vai resistir, ninguém sabe. Mas que vai cair, vai e levando gente junto"; ou seja: os tucanos têm a esperança de que ele ajude a abrir um processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff

6 DE OUTUBRO DE 2015 ÀS 18:22


247 – O apoio de Carlos Sampaio (PSDB-SP), líder da bancada tucana, ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), dividiu a cúpula do partido. Quem se irritou foi o ex-governador de São Paulo e vice-presidente nacional do PSDB, Alberto Goldman .

"Quando os meninos veem um filme de terror e sabem que alguém vai morrer, dizem, fulano é carne morta. Cunha é carne morta", disse ele.

O presidente do partido, senador Aécio Neves (PSDB-MG), no entanto, foi mais cauteloso. "O que o líder Carlos Sampaio disse é que está aguardando as provas documentais para confirmação das denúncias, que não quer se antecipar à condenação. Ninguém vai defender ninguém se isso acontecer", disse Aécio.

O motivo da cautela é um oportunismo que foi verbalizado pelo senador Tasso Jereissati (PSDB-CE). "Até quando vai resistir, ninguém sabe. Mas que vai cair, vai e levando gente junto". Ou seja: os tucanos têm a esperança de que ele ajude a abrir um processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff.


Brasil 247

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