segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Janio de Freitas denuncia banda podre da PF

9 de novembro de 2014 | 14:38 Autor: Miguel do Rosário 





Em sua coluna de hoje, Janio de Freitas, um dos últimos colunistas que mantém independência da opinião do veículo, denuncia que a PF participou de uma armação para prejudicar o PT, às vésperas da eleição.

Trata-se do dinheiro encontrado com três passageiros, num táxi aéreo de Brasília. A operação teria sido combinada com a imprensa e a TV. Foram divulgadas fotos e se deu destaque ao fato de um dos passageiros ter trabalhado na campanha de Fernando Pimentel, candidato vencedor ao governo de Minas.

Freitas pergunta: e aí? O que aconteceu? Havia alguma ilegalidade ou não?

Ao que parece, não houve nenhuma ilegalidade, mas limpar o nome das pessoas não parece despertar o interesse da PF.

Freitas lembra então vários casos similares, como o Lunus, que derrubou a candidatura de Roseana Sarney e levantou Serra. Lembrou também dos “aloprados”, em que também houve uma combinação com a imprensa e a TV, às vésperas da eleição.

Por fim, Freitas faz a pergunta que não quer calar: de quem era o jatinho que matou Eduardo Campos?

O PSB dizia que iria incluir o jatinho na prestação final de contas à Justiça Eleitoral.

Não o fez.

O jatinho continua sem dono, sem seguro, sem caixa preta, sem prestação eleitoral, sem nada.

Continua mais fantasmagórico do que nunca.

Ora, o jatinho respondeu pelo fato mais traumático das eleições presidenciais deste ano. Não é possível que não se faça uma investigação mais profunda sobre ele.

Com a palavra, o silencioso e sumido ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, que mais parece ministro da Justiça do derrotado Aécio Neves do que de Dilma.

A coluna de Janio de Freitas pode ser lida aqui.



Tijolaço

Nenhum comentário:

Postar um comentário