sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Moody’s revê classificação de risco e mantém o Grau de Investimento

Leia o comunicado da área de Relacionamento com Investidores da Petrobras sobre a revisão do nível de risco feita pela Moody’s: 

“A Petrobras comunica que a agência de classificação de risco Moody’s anunciou a revisão do nível de risco (rating) da dívida em moeda estrangeira e local da Petrobras de A3 para Baa1 com perspectiva negativa, mantendo o Grau de Investimento e retornando ao patamar que a Companhia encontrava-se em junho de 2011. 

Esta revisão, segundo a Moody´s, reflete a alavancagem financeira e a expectativa de fluxo de caixa negativo nos próximos anos devido à implementação do robusto programa de investimentos da Companhia. 

Na visão da agência, a expectativa é de um maior nível de alavancagem financeira, com picos em 2013 e 2014, mas tendendo a declinar a partir de 2015, na medida em que a execução do plano de investimentos seja bem-sucedida e as metas de produção atingidas. 

Adicionalmente, acredita que os programas focados no controle de custos e na execução e entrega dos projetos, implementados pela Presidente Graça Foster, irão ajudar a conter aumentos de investimentos e concretizarão o crescimento da produção. 

A Petrobras reconhece ser robusto o seu programa de investimento constante do Plano de Negócios e Gestão 2013-2017, no montante de US$ 236,7 bilhões e destaca o fortalecimento da governança da Companhia com maior rigor na aprovação de novos projetos. A demonstração disso é que não houve inclusão de nenhum novo projeto na carteira de investimentos do PNG 2012-2016 e do PNG 2013-2017. 

A Petrobras manteve o mesmo nível de investimento focando na conclusão dos projetos em execução sem alteração de seus escopos. A realização deste Plano propiciará à Companhia o aumento significativo de sua produção de petróleo e gás natural atingindo 3,4 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boed) em 2017 e 5,2 milhões de boed em 2020. 

O perfil atual de vencimento da dívida da Companhia encontra-se bem distribuído e balanceado com a geração de caixa futura, e a maior parte dos financiamentos já contratados este ano tem prazo de vencimento médio igual ou superior a 7 anos, compatível, portanto, com a maturidade dos projetos de investimento e consequente crescimento da geração de caixa da Companhia.” 


Fatos e Dados

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