Ao todo são 300 homens de vários batalhões,
divididos entre as areias, calçadões e ruas paralelas à orla, com apoio
de unidades especializadas, como o Batalhão de Ações com Cães (BAC),
Batalhão de Choque, Regimento de Polícia Montada e recrutas do Centro de
Formação e Aperfeiçoamento de Praças; no trecho da praia, entre o
Arpoador e São Conrado, que recebe o maior número de frequentadores, o
efetivo é dividido em pontos estratégicos, das 8h às 20h
Douglas Corrêa
Repórter da Agência Brasil
Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – A Polícia Militar fluminense
decidiu reforçar o policiamento na orla das praias da capital fluminense
a fim de evitar os arrastões, prática criminosa em que um grupo de
marginais promove uma correria na praia lotada, aproveitando o tumulto
para roubar os banhistas. O policiamento é o mesmo que já é feito, desde
novembro, durante o fim de semana e feriados.
"Tínhamos reforço no fim de semana, mas sentimos necessidade de rever
o planejamento e aumentar o efetivo. Agora o policiamento especial será
feito também durante a semana. O BAC [Batalhão de Ações com Cães] tem
ficado com a região do Arpoador e o BPChoque [Batalhão de Choque] em
toda extensão da orla, pelas areias. Os motociclistas fazem
patrulhamento nos calçadões", explicou o comandante do batalhão do
Leblon, tenente-coronel Marcus Amaral.
Ao todo são 300 homens de vários batalhões, divididos entre as
areias, calçadões e ruas paralelas à orla, com apoio de unidades
especializadas, como o Batalhão de Ações com Cães (BAC), Batalhão de
Choque, Regimento de Polícia Montada e recrutas do Centro de Formação e
Aperfeiçoamento de Praças.
No trecho da praia, entre o Arpoador e São Conrado, que recebe o
maior número de frequentadores, o efetivo é dividido em pontos
estratégicos, das 8h às 20h. Segundo a Polícia Militar, a operação
especial será mantida por tempo indeterminado neste verão ou sempre que
houver necessidade em dias de sol e maior procura de banhistas pelas
praias.
Brasil 247
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