"No caso específico da Caixa Econômica Federal,
não há qualquer prejuízo para correntistas e poupadores da instituição
e, portanto, não há que se falar em 'confisco', termo usado
indevidamente", diz, em nota, o Banco Central, comandado por Alexandre
Tombini, sobre medidas contábeis tomadas pela instituição financeira;
senador Aécio Neves (PSDB) disse que a denúncia sobre a contabilidade do
banco é "estarrecedora" e anunciou eventual processo judicial contra o
banco
247 - A polêmica
sobre práticas contábeis da Caixa Econômica Federal, que motivarão uma
possível ação do PSDB contra instituição financeira (leia mais aqui), chegaram ao Banco Central.
Em nota, a autoridade monetária afirma que não houve confisco algum. "No caso específico da Caixa Econômica Federal, não há qualquer prejuízo para correntistas e poupadores da instituição e, portanto, não há que se falar em "confisco", termo usado indevidamente pela publicação", diz o texto.
Também em nota, o senador Aécio Neves afirmou que "é estarrecedora a revelação, feita pela revista Isto É, de que a Caixa Econômica Federal confiscou mais de R$ 700 milhões das contas de poupança de cerca de meio milhão de pequenos correntistas para engordar seu lucro em 2012".
Leia, abaixo, a nota divulgada pelo Banco Central:
Nota de esclarecimento
Em nota, a autoridade monetária afirma que não houve confisco algum. "No caso específico da Caixa Econômica Federal, não há qualquer prejuízo para correntistas e poupadores da instituição e, portanto, não há que se falar em "confisco", termo usado indevidamente pela publicação", diz o texto.
Também em nota, o senador Aécio Neves afirmou que "é estarrecedora a revelação, feita pela revista Isto É, de que a Caixa Econômica Federal confiscou mais de R$ 700 milhões das contas de poupança de cerca de meio milhão de pequenos correntistas para engordar seu lucro em 2012".
Leia, abaixo, a nota divulgada pelo Banco Central:
Nota de esclarecimento
A respeito de matéria publicada
pela revista IstoÉ, neste fim de semana, o Banco Central do Brasil (BC)
esclarece que a regulação brasileira determina que contas irregulares
devem ser encerradas, nos termos da Resolução 2025/1993, do Conselho
Monetário Nacional (CMN), e da Circular 3006/2000, do BC. As regras
asseguram que clientes que tiverem suas contas encerradas têm direito ao
saldos existentes, após regularização da sua situação, a qualquer
tempo.
No caso específico da Caixa Econômica Federal, não há qualquer prejuízo para correntistas e poupadores da instituição e, portanto, não há que se falar em "confisco", termo usado indevidamente pela publicação. Diferentemente do que afirmou a revista, a motivação para encerramento das contas não foi falta de movimentação ou de saldo, mas irregularidades cadastrais.
A Caixa Econômica Federal está providenciando a regularização de alguns dos procedimentos internos utilizados no encerramento de contas irregulares, bem como ajustes contábeis no seu balanço.
A medida resultou de auditoria periódica efetuada pela Controladoria Geral da União (CGU) e de trabalhos rotineiros realizados pela área de fiscalização do Banco Central.
No caso específico da Caixa Econômica Federal, não há qualquer prejuízo para correntistas e poupadores da instituição e, portanto, não há que se falar em "confisco", termo usado indevidamente pela publicação. Diferentemente do que afirmou a revista, a motivação para encerramento das contas não foi falta de movimentação ou de saldo, mas irregularidades cadastrais.
A Caixa Econômica Federal está providenciando a regularização de alguns dos procedimentos internos utilizados no encerramento de contas irregulares, bem como ajustes contábeis no seu balanço.
A medida resultou de auditoria periódica efetuada pela Controladoria Geral da União (CGU) e de trabalhos rotineiros realizados pela área de fiscalização do Banco Central.
Brasil 247
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